Após Criticar Nova Maquiagem De Kim Kardashian, Jameela Jamil Pede Desculpas A Fãs: ‘Fico Furiosa’

A fake news reitera que o decreto contém um artigo que define “regulação profissional” como uma das atribuições do Ministério da Economia. Ainda segundo a notícia falsa, o presidente Jair Bolsonaro vai regulamentar o decreto e elaborar uma secretaria específica para expedir uma tal “habilitação dos profissionais”, “sem a devida inevitabilidade dos Conselhos expedirem suas carteiras funcionais”.

O autor da lorota diz até ter sido “informado” de que a regulamentação “está prevista até o dia 15 de maio”. De acordo com a pasta informou ao Me Engana que Eu Posto, a “regulação profissional” de que trata o decreto recai somente sobre isso categorias “cuja legislação específica estabeleça explicitamente a obrigatoriedade de registro neste Ministério”.

  • Mel ou açúcar orgânico a gosto
  • Muito se debate hoje em dia…
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  • Aumentar a aplicação e o tema
  • Faça uma bacana proposta (e coloque um prazo)
  • Ouvir compradores e colaboradores

Estão neste grupo apenas as atividades de agenciador de propaganda, artista, atuário, arquivista, guardador e lavador de veículos, jornalista, publicitário, radialista, secretário, sociólogo, técnico em espetáculos e diversões, técnico de segurança do trabalho, técnico em arquivo e técnico em secretariado. Quer dizer, nada de advogados, médicos, psicólogos e farmacêuticos, como diz a mentira.

O Ministério da Economia ainda salienta que, como os conselhos são entidades que somente são capazes de ser formadas por lei, um decreto presidencial não poderá extingui-los. A OAB, a começar por nota publicada em seu web site, informa que “nada mudou no arcabouço jurídico no que diz respeito aos requisitos para o exercício pleno da advocacia, da mesma forma pra promoção do Exame de Ordem”. Você bem como podes favorecer com o Me Engana que Eu Posto no combate às notícias mentirosas da internet. Recebeu alguma informação que suspeita – ou tem certeza – ser falsa?

23Uma interessante frente de acção residiu no lobby político operado próximo de partidos, deputados/as europeus/eias e do Governo holandês, pela tentativa de pressionar o Governo português a reconsiderar a tua decisão e a deixar entrar o barco. 25Parcialmente devido à interdição de que foi alvo, o caso Borndiep foi notícia em numerosos países e instâncias europeias e mundiais.

Acho que foi mais uma pedrada no charco e que contou sobretudo o horrível da ocorrência de terem sido proibidas de entrar. Parece que o barco trazia não técnicos de saúde que vinham fazer propaganda ideológica entretanto que traziam ogivas nucleares! Quer dizer, foi tão ridículo que choca cada observador minimamente interessado nestas dúvidas. Teve um choque positivo, creio que sim.